Digital influencer: o início do mercado

Antes da explosão das redes sociais, os influenciadores eram atores, atletas, músicos e outras celebridades das mídias tradicionais, como TV e cinema.

O marketing de influência é uma prática comum desde a década de 1920, quando a Coca-Cola passou a usar a figura do Papai Noel para vender refrigerantes.

Mas essa realidade começou a mudar na virada do milênio, quando surgiram redes sociais como Orkut, Fotolog e MySpace.

Essas redes extintas já tinham seus primeiros digital influencers, mas a plataforma que consagrou o modelo foi o YouTube, lançado em 2005.

O primeiro youtuber do Brasil foi Guilherme Zaiden, que publicou seu primeiro vídeo em 2006, quando o site tinha apenas 50 milhões de usuários (hoje são 1,8 bilhões).

Outro influenciador dos primórdios foi PC Siqueira, que postou seu primeiro vídeo em 2010 e hoje conta com 2,3 milhões de inscritos.

Assim, os anos 2010 marcaram o início da era dos influenciadores digitais, que ganharam ainda mais relevância promovendo produtos e serviços para grandes marcas.

Outras mídias

icones de redes sociais

Para além do YouTube, os digital influencers se espalharam por mídias sociais como Facebook, Twitter e Instagram.

Hoje, o Facebook é considerado a mídia social mais influente do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários.

A plataforma é capaz de influenciar 62% das decisões de compra online e offiline de seus usuários, de acordo com dados do Influencer Marketing Hub, publicados em 2016.

Por essa razão, é um território fértil para os influenciadores digitais.

Um exemplo é o youtuber Whindersson Nunes, considerado o maior do Brasil, que conta com 5,5 milhões de curtidas em sua fanpage.

Mas, em termos de engajamento, o Instagram é imbatível.

Segundo o relatório Influencer Marketing in 2019, da Influencer DB, o Instagram é a plataforma preferida dos influenciadores, e já conta com mais de 500 mil perfis do tipo.

Dois grandes destaques do Instagram na categoria são a jovem apresentadora Maisa Silva (21 milhões de seguidores) e a influenciadora Kéfera (13 milhões de seguidores).

Na pesquisa de 2019 da MediaKix, esta é a ordem de preferência das mídias para os digital influencers:

  • Instagram (89%)
  • YouTube (70%)
  • Facebook (45%)
  • Blogs (44%)
  • Twitter (33%)
  • LinkedIn (19%)
  • Snapchat (3%).

Como vemos, os digital influencers já conquistaram todas as redes e sabem aproveitar o potencial de cada um de seus canais.

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